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A consistência é a chave para a segurança da Internet das Coisas

Desde televisores com Wi-Fi até torradeiras inteligentes, a Internet das Coisas é transformacional para a era digital. Por mais emocionante que seja descobrir que a sua torrada está pronta por meio de uma notificação via celular, esse fluxo de tecnologia representa uma nova camada de risco para as organizações. O número projetado de dispositivos conectados deverá atingir 20 bilhões até 2020, o que significa que mesmo um pequeno número de dispositivos infectados pode gerar grandes riscos de segurança.

Então, como as organizações podem proteger suas redes das vulnerabilidades da Internet das Coisas? De acordo com o recente artigo de Scott Simkin na SecurityWeek, a resposta é consistência. Scott explica que a consistência na identificação, prevenção e implementação de políticas deve ser aplicada de forma semelhante à IoT, à rede, à nuvem e segurança no end point. Para manter a consistência com sucesso, ele diz que as organizações devem ter essas três coisas:

1 – Visibilidade completa em vários locais e domínios de rede na cadeia de valor da Internet das Coisas – Você não pode evitar ameaças que não pode ver. As organizações devem aplicar a mesma visibilidade total em aplicativos, conteúdo e usuários para criar controle de políticas para seus dispositivos IoT, como o fizeram para sua rede.

2 – Funções de Segurança Nativamente Integradas – Funções de segurança integradas que funcionam juntas, compartilhando informações consistentes para reduzir os riscos.

3 – Elevados níveis de automação em todas essas funções e locais, a fim de identificar rapidamente ataques avançados e garantir que novos mecanismos de segurança possam ser implantados em tempo quase real. – A segurança altamente automatizada evita não apenas ameaças conhecidas, mas também organizações de armas com análise de fluxo de tráfego em tempo real para que as ameaças desconhecidas sejam conhecidas.