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Nutanix aposta na vertical de governo para triplicar vendas até 2016

A meta é que o setor público responda por 40% da receita da companhia no Brasil em um ano

Por Felipe Dreher, do Computerworld

A Nutanix mira no setor público para expandir seus números no Brasil. A provedora de soluções de infraestrutura convergente para data centers preparou sua estratégia para fazer com que a vertical responda por 40% de suas receitas no País dentro de um ano.

Em linha com os objetivos, a fabricante de TI obteve autorização e passou a integrar o Finame – mecanismo que possibilita que órgãos do governo em esferas municipal, estadual e federal, bem como empresas privadas de todos os portes, possam ter acesso a financiamento na compra de tecnologia por meio do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

A conquista já resultou em um contrato fechado com a Prefeitura de Manaus. A expectativa é ter pelo menos 10 clientes do setor público nos próximos meses. “Sabemos que a época é de restrições e cautela, mas justamente nestes momentos as organizações se reinventam”, defende a provedora.

Soma de fatores

Com o código Finame, maior com presença local em Brasília (DF) e reforço comercial; a provedora projeta triplicar as vendas no mercado brasileiro até maio de 2016.

O foco no setor público passará por um movimento de capacitação e desenvolvimento de competências dos parceiros. Atualmente a companhia atende 15 clientes no País e 25 canais de venda.

“Além disso, procuramos trazer a produção de nossa solução para montagem no País, adquirindo assim PPB e muito recentemente o cadastro junto ao BNDES com código Finame”, acrescenta.

Mercado

O Brasil representa cerca de 40% dos negócios da provedora na América Latina e a região responde por cerca de 3% da sua receita global. Segundo a IDC, o mercado de onde a empresa atua cresce a taxas de 60% ao ano e este ano (2015) deve movimenta US$ 800 milhões no mundo. A previsão é que até 2019 esse mercado de hiperconvergência seja de US$ 4 bilhões.